Campanha faz conscientização no Centro de Timóteo

Profissionais reuniram-se no quarteirão entre a Alameda 31 de Outubro e na rua Seis de Janeiro para chamar a atenção da comunidade.
PMT
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18 de maio

Movimento na manhã desta sexta-feira (17), no centro Sul de Timóteo, chamou a atenção da população para dois temas importantes do dia 18 de Maio: a Luta Antimanicomial e o Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. 

A gerente da Atenção Social Básica, Patrícia Dias, que acompanhou toda a ação, disse que foi positivo reunir dois temas igualmente importantes. “As pessoas no centro ficaram provocadas, fizeram perguntas e queriam entender o motivo da manifestação. Mostramos como o acolhimento e a compreensão são valiosos para as pessoas fragilizadas com transtornos mentais e pela violência sexual”, comentou. 

A campanha “Nossa Luta é Plural”, que abordou os dois temas, contou com a participação do serviço de Saúde Mental do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS), do Conselho Tutelar, representantes do Lar Jesus de Nazaré e Instituto Presbiteriano Êxodo, Hope Movement e Fundação Emalto, reunindo psicólogas, enfermeiras, assistentes sociais e parceiros das duas causas.

Além da distribuição de folhetos educativos, a movimentação contou com estande para desenho à mão livre e pintura de rosto coordenados pelo Hope Movement. O projeto trabalha com visitas quinzenais às clínicas de recuperação, asilos, abrigos e realiza ações sociais nas ruas. São voluntários, que há sete anos, levam esperança e amor às pessoas que anseiam por dias melhores.

Alunos do curso de música da Fundação Emalto deram um show à parte, interpretando canções alegres e otimistas para o público que transitava no bairro Centro Norte. 

O 18 de Maio é um dia de luta com intenção de mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a assumir o compromisso no enfrentamento da violência sexual. Promover e se responsabilizar com o desenvolvimento da sexualidade de crianças e adolescentes de forma digna, saudável e protegida. E com a luta antimanicomial, contra toda a lógica de intolerância e de segregação que mantêm as pessoas com sofrimento mental excluídos do campo dos direitos de cidadania.
 

Fonte : PMT

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