Torneio de futebol marca a retomada do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos em Timóteo

O torneio foi disputado no campo do Limoeiro e após o encerramento foram entregues medalhas e uniformes para os treinamentos
PMT
I029567.jpg
Torneio marca retomada de programa

Para marcar o reinício das atividades do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social por meio do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), da Regional Leste, promoveu na tarde de quarta-feira um torneio de futebol entre as crianças e adolescentes atendidas nos núcleos dos Bairros Macuco, Limoeiro e Alegre. 

O torneio foi disputado no campo do Limoeiro e após o encerramento foram entregues medalhas e uniformes para os treinamentos. A equipe do Macuco levou a medalha de ouro após derrotar o Limoeiro por 3 a 2 e o Alegre por 4 a 3. A medalha de prata foi entregue para o time do Limoeiro que derrotou o Alegre (bronze) por 6 a 1. 

De acordo com a coordenadora do CRAS Leste, Sâmia Prado, as atividades desenvolvidas pelo SCFV foram suspensas nos últimos dois anos por causa da pandemia. Além do futebol, as unidades do CRAS oferecem para as famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), aulas de artesanato,  corte e costura e atividades físicas. “Depois da pandemia, organizamos esse torneio como forma de promover a reintegração dos alunos, além de comemorar também o aniversário da cidade”, destacou Sâmia Prado. As oficinas de futebol do CRAS da Regional Leste são coordenadas pela educadora física Thayslaine Loubato.

No CRAS Leste, o Núcleo do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos atende cerca de 70 crianças e adolescentes, com idade de 6 a 17 anos, somente nas atividades de futebol. Já a oficina de artesanato é destinada a mulheres e idosos inscritos no CadÚnico.

A secretária municipal de Ação e Desenvolvimento Social, Rosanna Borges, que esteve presente na abertura do torneio, destacou que o futebol, assim como as demais atividades oferecidas pelo Serviço de Covivência, têm o objetivo de fazer o acompanhamento das crianças, adolescente e familiares em situação de vulnerabilidade social. 

Embora o serviço conte com a parceria do Ministério da Cidadania, o repasse das parcelas pelo órgão federal não tem tido regularidade desde o início da pandemia, o que tem obrigado o Município a arcar sozinho com o programa. “Entendemos que o programa é muito importante para as famílias em vulnerabilidade social por isso decidimos manter as atividades e até expandir o serviço”, destacou Rosanna Borges. Recentemente, o Bairro Nova Esperança passou a contar com oficinas de artesanato, que é realizado nas dependências da Igreja Assembleia de Deus, situada naquela comunidade.

Fonte : PMT

Compartilhe:

Galeria de Imagem