Quem circula pelas imediações do Terminal Rodoviário, no Centro Norte, não passa despercebido da mudança na paisagem do local. Dois edifícios estão sendo erguidos para dar lugar a dois blocos de salas de aulas, nas obras que integram a ampliação do campus do Cefet, na rua 1º de Janeiro. Em fase adiantada, as obras já atingiram o percentual de 60% de realização e devem ficar prontas em meados de 2014.
Lançado em fevereiro como uma das primeira iniciativas do prefeito Keisson Drumond, o projeto do campus do Cefet de Timóteo prevê um novo bloco de salas de aulas e laboratórios para abrigar os atuais 650 alunos, e instalações para abrigar novos cursos e estudantes. O bloco em construção terá 13 salas de aulas e 23 laboratórios técnicos, que atenderão aos cursos de Metalurgia, Edificações, Computação e Química.
Os recursos são do governo federal e somam cerca de R$ 12,5 milhões. A maior parte dos recursos – R$ 10 milhões – será investida na construção dos prédios que abrigarão os cursos técnicos e superiores da instituição, além dos laboratórios. " Esperamos poder ampliar ainda mais transformar este local em uma universidade federal”, reafirma Keisson.
Os outros R$ 2,5 milhões serão investidos na construção da portaria, muros e cercas na área, e também em uma pista de caminhada aberta à comunidade. Esta segunda frente de obras também está em andamento e deverá estar pronta ainda este ano, segundo estima o diretor do Cefet, Rodrigo Gaiba.
CAMPUS
O campus do Cefet de Timóteo ocupa uma área de 22 mil m², repassada pela Prefeitura de Timóteo como contrapartida nessa importante parceria para o município. Depois de pronto, o novo campus do Cefet vai integrar todos os alunos da instituição, cujo número deverá ser ampliado para 850, conforme a direção da escola.
Outra medida será o alinhamento da grade dos cursos de Metalurgia, Edificações, Computação e Química entre os períodos diurno e noturno. “Todos os quatro cursos serão oferecidos com as opções de serem ensino integrado (ensino médio) ou apenas técnico”, detalhou Gaiba.
O segundo passo, segundo Rodrigo Gaiba, é a ampliação do número de cursos superiores oferecidos pelo Cefet. A idéia é verticalizar a grade e oferecer também graduações na áreas em que já existem os cursos técnicos: Metalurgia, Engenharia Civil e Engenharia Química.
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